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terça-feira, 27 de abril de 2010


Sinto-te cada vez mais longe, apenas restam as memórias e nada mais. Memórias que me lamento, por vezes de recordar, doi lembrar-me de tudo e não ter nada. Nada do que tive, nada do que foste, nada do que somos(fomos) juntos.
Ganhei-te raiva por me teres deichado assim, sem uma explicação, sem uma razão, sem avisar. Sem me deixares sequer dizer adeus.
Custa deixar tudo o que (tinha) mas não consigo viver assim, imaginar o teu sorriso enquanto choro, a tua felicidade enquanto grito de angústia. Não sei onde estás nem o que te levou, não sei se quero que o que (ou quem) te levou te traga de volta.
Agora vejo cair todas as lágrimas que tenho contido, serão as últimas que correm por ti.
Vou voltar a ser o que era antes de te conhecer, agora somos apenas desconhecidos.


Eu não sei nada de ti, tu não sabes nada de mim.



Bruno , talvez um dia te volte a dizer amo-te

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