Ganhei-te raiva por me teres deichado assim, sem uma explicação, sem uma razão, sem avisar. Sem me deixares sequer dizer adeus.
Custa deixar tudo o que (tinha) mas não consigo viver assim, imaginar o teu sorriso enquanto choro, a tua felicidade enquanto grito de angústia. Não sei onde estás nem o que te levou, não sei se quero que o que (ou quem) te levou te traga de volta.
Agora vejo cair todas as lágrimas que tenho contido, serão as últimas que correm por ti.
Vou voltar a ser o que era antes de te conhecer, agora somos apenas desconhecidos.
Eu não sei nada de ti, tu não sabes nada de mim.
Bruno , talvez um dia te volte a dizer amo-te
Sem comentários:
Enviar um comentário